terça-feira, 13 de maio de 2014

TNG Junior

 A TNG traz para o outono-inverno 2014 sua coleção Junior, voltada para crianças de 04 a 12 anos, a marca mantém seu conceito inicial com pegada rock punk, seguindo as estampas da coleção Adulto. Para este inverno TNG investe em tons de verdes, azuis e cinzas, além das caveiras e bandeiras em suas tees.





Gostaram? Beijinhos Michele Valeska
www.tng.com.br

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Moda plus size: DICAS PARA ESTAR SUPER FASHION

Hello meninas, mommys e futuras mommys!
Como se sabe, hoje em dia, muitas mulheres não são os padrões de medidas que a mídia "costuma" colocar. Muitas fazem parte do mundo plus size, e como já se sabe nada as impede de se vestir bem.


Para todas a s mulheres que ainda não se sentem bem ao se olhar no espelho, Indico  a verem  o filme "GAROTAS FORMOSAS" - Clique aqui pra ver o trailer -  pois o mesmo relata a difícil vida amorosa e social de uma mulher negra e acima dos padrões ditados pela sociedade. (O filme é muitttooooo bommmmmm)

Mulheres do filme GAROTAS FORMOSAS
A partir desse filme, que já o vi a muitos anos atras, comecei a perceber que o problema que ele relata é super comum ainda em 2014. Aí questiono à você leitora:

Quem disse que as mulheres acima do peso não podem ficar bonitas e, ainda assim ter estilo? 
Portanto, o modo como você se veste é o fator principal para valorizar o seu biotipo, ou então detoná-lo de vez. Enfim, agora entra o ponto chave da nossa conversa virtual: VOCÊ PRECISA SABER RESSALTAR SEUS PONTOS FORTES E DISFARÇAR O QUE NÃO ESTÁ LEGAL.  

Você pode fazer isso apenas utilizando os truques de moda. Você duvida? Bora lá colega:




Dicas

  • Procure usar roupas do seu tamanho. Reconheça e saiba aceitar o seu corpo do jeito que é.

  
  • As roupas íntimas também devem ser escolhidas de acordo com suas medidas. Prefira um sutiã com sustentação, um body que disfarce a barriga e uma calcinha maior que se adapte com o seu tamanho – não deixando que nenhuma gordurinha fique pulando para fora. 


  • Quando falamos em COMPRAR ROUPAS NOVAS  do seu tamanho, não significa que você precisa esconder suas curvas atrás de roupas exageradamente largas. Valorize-se, compre ROUPAS BONITAS com decotes belos, peças que valorizem a cintura e vestidos com tecidos mais estruturados.
  • Jamais utilize roupas justas demais. O maior erro cometido pelas mulheres plus size é comprar peças com números menores do seu tamanho real. Bom senso é primordial nesse momento, principalmente na hora de se vestir.

  • Se optar por usar saias, prefira os modelos que terminam na altura do joelho. Assim, poderá compor uma produção mais equilibrada e elegante. As saias curtas criam a ilusão de parecer que está acima do peso, principalmente para as mulheres gordinhas.
  • Procure desviar o foco das suas gordurinhas, ou seja, chame atenção para os seus pés. Utilize sempre sapatos coloridos, sofisticados e glamorosos. Dessa forma, a atenção ficará concentrada nos pés. 


  • Evite comprar roupas que contenham elástico na cintura.  Sejam elas em saias, shorts e calças compridas. O elástico aumenta ainda mais o volume, procure peças com elastano.
  • Decotes em “V” são ótimas sugestões para chamar atenção para o busto, além de alongar o pescoço e chamar atenção para a área do colo.
  • Os acessórios devem ser usados com frequência,  afinal eles podem ser ótimos truques para disfarçar o volume de algumas áreas do corpo. 



 Lembre-se: BOM SENSO é a palavra-chave. Explore o seu guarda-roupa e brinque com 
  • as combinações sem medo. Afinal, você pode ficar feminina, elegante e extremamente charmosa, mesmo estando acima do peso. Acredite!



Para encerrar, encontrei esse vídeo de dicas super curto, mas com informações legais sobre elegância plus size. Divirta-se!
Enfim, meninas: ame-se e seja uma super mulher!! Acredito em seu potencial!
Mil beijos mulheres divas!!

Mi Dagostim

Aqui em Criciúma, você pode encontrar roupas plus size super legais e de acordo com as tendências,no shopping Criciúma na loja Miss Plus  (Dica da Mi Dagostim)

domingo, 11 de maio de 2014

Como introduzir comidas na alimentação dos filhos. Deixar sem comer! Já ouviram isso?

Olá mamães e futuras mamães, em primeiro lugar, quero parabenizá-las pelo dia de vocês. Feliz dia das mães!

Hoje vamos dar algumas dicas de como induzir seu filho a comer.

 

A partir do momento que se tem filho ou filhos que não come, busca-se ajuda de muitos lugares e de todos, sempre será bem vindo. Ajuda dos vizinhos, médicos, internet, amigos... e em alguma situação receberás o seguinte conselho: "Deixa sem comer pra ver se não resolve!"

Então os pais tentam o quanto aguentam. Por que essa frase, tão simples, é carregada de significados e sensações para os pais dos picky eaters (nome utilizado hoje, para definir as crianças que não comem). E surgem as diversas dúvidas e indagações:
Vai ficar sem comer? Até quando? Vai ficar doente se não comer? Vai sofrer?
E você pode pensar: Meu Deus, meu filho está sem comer há 7 horas e 35 minutos!
Calma. Respira. Vamos falar um pouco desse "deixar sem comer"?
 
Na verdade, esse é um bom conselho. Utilizamos o “deixar sem comer” para favorecer o apetite. O maior tempero é a fome. Se a criança não tem um espaço de tempo entre as refeições sem comer nada (nem suco, nem fruta, nem bala, nada! Apenas água), o apetite não vem, jogamos contra nós mesmos, somos nossos próprios sabotadores.
Por isso, se você quer auxiliar seu filho a comer melhor, determine horários para refeições (café da manhã, almoço, lanches, jantar), cuide para criar um espaço entre elas, de 3 a 4 horas, e sirva comida apenas nesses horários pré-estabelecidos. Isso é uma manobra para facilitar o apetite, mas todas as crianças deveriam comer com intervalos regulares de tempo, e não beliscar o dia todo.

Mas deixar sem comer não pode ser visto como um castigo, do tipo: "olha filho, se você não comer, não vou te dar nada!"; "se não comer, vai ficar sem comer o dia todo"; " se não comer, só vai ter esse prato de comida para você comer o dia inteiro".


Tem que ser visto como simples e pura regra da casa:
"Não está com fome? Tem certeza, está satisfeito? Por que o lanche só será servido às 15:00 horas e até lá, você pode ter fome. E seu filho responde: Tudo bem"
(quando na verdade tudo bem nada... mas repita o mantra: precisas ser neutra)

Se você o ameaça, o coage, voltarás à estaca zero, a refeição sem prazer, com medo, com insegurança. A mensagem é: você tem um mau comportamento, você não come e por isso, será punido. Vamos tentar nos colocar um pouco no lugar da criança. Eu acredito que a criança tem sim, vontade de comer. Mas a menor tensão nesse momento cria uma angústia que destrói qualquer pequeno apetite.

Se você respeitou a decisão do seu filho, pulamos uma refeição. Mas ainda não acabou. Aquelas pequenas mãozinhas vão atrás de algo para comer, já que a última refeição foi insuficiente, e a barriga começa a reclamar. Agora, é a hora do limite. Sem brigas, sem entrar em discussão, mas com firmeza. "Filho, agora não é hora de comer. Às 15 horas vai ser servido o lanche, faltam 2 horas, vamos fazer outra coisa?". E ele reclama, chora, diz que está com fome. E você, fica firme o relembra: você sente fome agora por que não comeu o suficiente na última refeição. 

Se você serve algo logo após, envia uma mensagem incerta. E seu filho apenas responde à essa mensagem. Se os pais entregam a mamadeira (ou outro alimento) em uma situação assim, dizem para a criança que isso é certo. A criança entende que, se as pessoas que ela mais ama e que "sabem de tudo", entregam a mamadeira com um pouco mais de choro ou reclamação, tomar essa mamadeira é certo. Ela entende que pode comer, mas se preferir, pode tomar a mamadeira, ou outro alimento já conhecido. A criança não faz chantagem, é resposta à mensagem. Ela responde que prefere a mamadeira. Mas é importante que os pais entendam que faz parte do trabalho dos pais apresentar desafios, alimentos novos, sabores novos. E o desafio e o aprendizado também vem do limite, com carinho. Explicar que não vai comer porque não está na hora, e que, mais tarde, a criança poderá comer.

E na hora do lanche, sirva o lanche. Se você servir o prato de comida requentado da última refeição, vai induzir seu filho ao prazer de comer? Ou vai parecer um castigo, uma punição, já que o restante da família está tomando um lanche?
Mas você pode pensar, que assim ele mata a fome no lanche. Lembre-se o pulo do gato está em determinar o que servir (você decide, lembra?) e as porções. Pequenas porções para não atrapalhar a fome da próxima refeição. Para forrar o estômago, e não para matar a fome.


Deixar sem comer não é castigo, não é punição, não é ameaça. Deixar sem comer não é tortura com o mesmo prato mil vezes. Deixar sem comer, na verdade, não é deixar sem comer, é respeitar horários, é não permitir beliscos fora de hora, é ajudar seu filho a ter fome nos momentos certos, é para todas as crianças, e não apenas para a criança que não come, é ter comida no café da manhã, no almoço, no lanche, no jantar, e sim, ter a sobremesa, mas no momento adequado, e respeitar a negativa do seu filho.

Eu sei, que não é nada fácil. Na verdade, é bem difícil. O resultado é lento. Mas é recompensador. O intuito aqui é melhorar a dinâmica familiar, é trazer o prazer para a mesa, é tratar um picky eater com o carinho, atenção e o limite que ele deve ser tratado. E quando menos esperar seu filho estará habituado a comer nas horas certas em quantidades suficientes.

 Espero que as dicas possam ajudar. Beijos

Cristiane Schmitz 
Nutricionista 

sábado, 10 de maio de 2014

Feliz dia das mães

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais, não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
Ser mãe é tão difícil descrever que extrapola qualquer sentimento descrito em palavras, só quem é mãe consegue entender o significado de se-lo. Mãe 24 horas, mãe de plantão....
Ser mãe é ter um pedaço de si, fora de si mesmo.
Quando você é mãe, você nunca está realmente sozinha em seus pensamentos. Uma mãe sempre tem que pensar duas vezes, uma por ela mesma, e outra por seu filho.
Ser mãe é a maior responsabilidade que podemos ter.
Neste momento especial quero homenagear as mães que fazem parte desse blog, que ajudam a transformar sentimentos de mãe em palavras e dedicam seu tempo com amor para passar ensinamentos de mãe.



Dani Marcelino, Letícia e Rafael

Gabriela Burigo, Helena, Isabela e Carolina

Karem Suyan e Ari Bernardo

Fernanda Pereira esperando João

Franciele Alves Rodrigues, Laura e Pedro

Aline Manfro esperando Clara e Cecília

A todas um maravilhoso dia!!!
Beijos 
Michele Valeska


Gravidez e suas provações

A gravidez é um momento lindo, único, o melhor momento de nossas vidas. Mas a gravidez é também um momento de muita provação.
Hoje eu tenho plena noção de que a gente só dá real valor às nossas mães, quando nos tornamos mães. Agora que virei mãe entendo o motivo de mães serem chamadas de guerreiras. Porque desde o primeiro momento de gravidez, seu foco de vida muda e não é fácil, não é fácil mesmo.
Só que, ao mesmo tempo, nunca vi nenhuma mãe reclamando, porque realmente acham que isso é pouco perto do milagre da sua vida, seu filho.
Quem nunca passou pelo processo de gravidez, simplesmente não consegue entender o que realmente é e acha que tudo é uma grande palhaçada, frescura. Mulheres no geral conseguem compreender melhor, mas homens são mais difíceis de compreender. Mas entenda, nem todas as mulheres compreendem e nem todos os homens são incompreensíveis, estou apenas generalizando para exemplificar melhor.
Desde criança, por volta de 7 anos, que tenho crise de enxaqueca. Já fiz tratamento, tomei remédio controlado. As crises são fortíssimas, já fui parar no hospital várias vezes. Logo que fiquei grávida me preocupei com isso, porque não poderia mais tomar remédios fortes caso tivesse dor e, por muita sorte, as crises diminuíram muito na gravidez, quase não tive. Mas de vez em quando eu tenho e quando eu tenho ainda escuto pessoas dizendo "Gravidez não é doença, não, tá?!". Oi?! Eu sempre tive enxaqueca, mas se agora eu tenho, é frescurite de gravidez?! Mas ok, a gente se acostuma a ouvir esse tipo de coisa e depois nem incomoda mais. Quer falar, fala!
Eu trabalho desde os meus 14 anos, sempre gostei de ter meu dinheirinho, então nessa época eu trabalhava numa colônia de férias e amava isso. Desde então tomei gosto por trabalhar, ser independente, me sentir útil. Nunca fui de ficar faltando ao trabalho, de ficar levando atestado médico. Na verdade, eu não me lembro de antes de ficar grávida, ter levado atestado médico de mais de 1 dia. 
Em Janeiro desse ano, eu estava com 4 meses de gravidez, mais ou menos, e acabei escorregando na escada da beira da piscina e caí de bumbum no chão. Com a queda, não houve nada com meu bebê, mas eu acabei machucando feio o cóquix e fiquei sem conseguir sentar por quase 1 mês mais ou menos. Eu não fui bem compreendida nem no trabalho e nem na minha família, todos achando que eu estava fazendo corpo mole, mas eu simplesmente NÃO CONSEGUIA. 
Com o tempo, foi melhorando bastante e a dor ficou quase nula. Mas agora, no finalzinho da gravidez, estou com quase 9 meses (34 semanas), a dor voltou com força total, por conta do peso. E não só no cóquix, as dores nas costas estão acabando comigo. Não consigo ficar muito tempo encostada na cadeira, acabo ficando inclinada para frente, quando me levanto, estou com uma dor no pé da barriga insuportável. Está realmente muito difícil.
Por isso, eu e minha médica decidimos, por eu me afastar do trabalho, faltando 1 mês para a chegada do meu João. Mas obviamente que isso não foi bem aceito no trabalho, meu profissionalismo e meu caráter foram questionados. Sendo que nunca deixei a desejar nenhum dos dois.
No início eu ficava bem triste com esse tipo de atitude, hoje eu resolvi não me importar mais. Porque, na real, a única coisa que me importa é meu filho e que ele nasça com toda a saúde do mundo.
Beijos,
Fernanda
http://maenaodorme.com.br

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Dica de passeio: Bosque do Alemão

Hoje estou aqui para dar a dica de um passeio muito legal que fizemos com o Pedro assim que viemos morar na região de Curitiba.  A cidade possui muitos parques bacanas pra curtir com as crianças.
O que eu quero recomendar é o Bosque do Alemão que fica no bairro Jardim Shaffer e possui vários atrativos. O parque ocupa 38 mil metros quadrados, sendo que a maior parte dessa área é de mata nativa. Conta com o Oratório Bach que é uma sala para concertos musicais e possui uma lanchonete. Tem a Torre dos filósofos com um mirante de vista linda. Porem as atrações que as crianças mais curtem são a Trilha de João e Maria e a Casa da Bruxa. A trilha conta com painéis de azulejos que vão expondo  o famoso conto de João e Maria, uma delícia passear com o pequeno lendo a estória pra ele.
Na casa da bruxa, tem à hora do conto, onde uma bruxa boazinha conta uma estória com uma interpretação bem emocionante. As crianças podem ainda escolher na biblioteca livros para ficarem lendo  enquanto o conto não começa. A bruxa tem também um caldeirão que serve para os pequenos depositarem as mamadeiras e chupetas que não farão mais uso. Bela ajuda, não?
Ao sair da casa, a trilha continua, com nascentes de água doce e acaba na praça germânica, onde tem um portal que reproduz a fachada de uma casa alemã e conta com uma área gramada que dá pra deixar a criançada correr. Um passeio super interessante que meu pequeno amou.
A dica é passar lá aos finais de semana, pois é quando tem à hora do conto, sempre as 11, 14 e 16horas.
Espero que gostem!


Portal Alemão


 Torre dos filósofos

                            Trilha
                   Azulejo com o conto
          Meus amores na hora do conto

quinta-feira, 8 de maio de 2014

MINHA GESTAÇÃO DE TRÊS ANOS.

Minha gestação a espera do Ari Bernardo foi atípica. Primeiro porque durou três anos - O que? tu és um tipo elefanta, Karem?
Não, claro que não. Mas engravidei no dia em que saímos do Fórum com os papeis para a adoção. Nos primeiros meses esperei pelo meu bebê impacientemente, mas depois das 40 semanas entendi que seria num tempo fora do entendimento comum.
No terceiro ano eu desisti. E por vários motivos: por causa da angústia da demora, por certa raiva ao ver na mídia instituições abarrotadas de crianças precisando do calor de uma família e eu ali cheia de amor para dar sem nenhum dos lados poder fazer nada além de esperar.
Acontece que amor é igual água, se não flui apodrece, chama insetos, larvas, podridão, limo, doenças... E por fim seca! E meu amor materno estava assim, estagnado e me matando.
Então decidi que não era disso que queria morrer, que tinha muitas outras coisas para fazer e conquistar e sabia que para isso tinha que dar um passo importante: tinha que parar de esperar, de me importar, de me direcionar ao objetivo de ser mãe. Elaborei o plano e segui em frente, anunciei aos demais interessados que filhos não eram mais parte da minha vida, então... Cinco dias depois recebi um telefonema no final da tarde.
Já notaram quão é irritante e maravilhoso não termos domínio do que realmente importa? Quero dizer, a roupa, o penteado, o carro ou o alimento a gente escolhe... Mas o essencial vem quando e como quer.
Bem, sentei para não desmaiar, levei um tempo para entender que a moça estava falando do meu filho. Sim, era menino, tinha dois meses e era só o que eu pude saber por esta “ultrassonografia” as avessas. Não pude dar a resposta, precisa conversar com meu marido. Foram horas de espera até ele chegar. Claro que não dormimos naquela noite de medo, de ansiedade, de alegria, de “jfschmrvrleilcjuewymmvncox”... Assim mesmo, indecifrável.
Então decidimos aceitar o destino e meus planos de mudar o foco da vida tiveram morte instantânea no momento que começamos a pensar no nome (história que já contei aqui).

 No outro dia fui à loja de artigos infantis, lívida, nas nuvens, chocada, tonta ao sentir o amor voltar a seguir seu curso dentro de mim, levando vida, vida, vida!
- Oi, quero um enxoval básico para bebê.
- Menino ou menina?
- Menino (céus).
- Idade?
- Aproximadamente dois meses.
- É grande?
- É gigantesco, pensei – Não sei, falei.
- É presente?
 Comecei a chorar.
- É meu filho, estou indo buscá-lo.
 Fiz as compras chorando, com a loja inteira emocionada.

Na gestação comum podemos fazer o enxoval com calma, preparar o quarto, o trabalho e a cabeça para a chegada do bebê. Na adoção não há nada disso, ao mesmo tempo em que durou três anos, também durou somente algumas horas entre saber que seria mãe e ser efetivamente.
Mas tem algumas coisas que não mudam: eles vêm com o sexo, traços físicos, defeitos e virtudes que a natureza quiser. Eles serão bons ou maus filhos/amigos se quiserem e a gente vai amá-los profundamente como jamais amamos antes.
Eu não estava na maternidade, nem deitada e ele não estava chorando quando o ganhei.  Eu estava de pé, embora meus joelhos quisessem me trair, estava em um Fórum e ele estava dormindo. E por aí acabaram as diferenças do momento que tive meu filho nos braços pela primeira vez.
O mundo explodiu. Tive um forte ataque de medo e força. Peguei-o e ele, mesmo dormindo, sorriu pra mim.
Não há nada que possa vir a acontecer entre nós que seja mais forte do que aquele sorriso espontâneo, inconsciente e pontual. Estava claro... Ele também esperou por aquele momento e nosso encontro formou uma correnteza indissolúvel de amor.
Algumas pessoas me perguntam se eu não tinha ou tenho medo de não saber de onde ele veio. Não, jamais. Tive e tenho medo de falhar, de não ser boa o suficiente, de não saber guiá-lo, de faltar em algum momento... Coisas de mãe. Mas medo de não saber de onde ele veio nunca tive. Não houve, não há e não haverá na história da raça humana uma mãe que saiba de onde seu filho veio antes de nascer.
Preciso aqui fazer uma importante observação. Gostaria que as pessoas jamais julgassem uma mulher que abandona, que entrega, ou que perde seu filho na justiça. Todas levaram a gestação a termo e de alguma maneira acreditaram que eles pudessem viver, apesar e além das condições delas. Agradeço a hospedeira de meu filho, sem ela eu não seria mãe. E desejo que onde quer que esteja encontre paz no coração, que de alguma maneira tenha a certeza acalentadora de que aquele bebê não era seu, ele era meu. E ele está muito, muito feliz.
E por fim, obrigada meu filho por me adotar. Te amo mais que tudo, do “tamanho do universo vezes o infinito”... Asim ó: beeeemmmm grandão!!!